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Saúde
da Pele
1.1 Anatomia e
Fisiologia da Pele:
Camadas e
estruturas anexas:
A pele representa 16% do peso do corpo humano.
Parece pouco? Compare: se você tem 70 kg, sua
pele é responsável por cerca de 12 kg do seu
peso. Outro número para você lembrar: toda a
superfície da sua pele mede de 1,5 a 2 metros
quadrados. Entenda como é sua pele e quais são
suas funções:
A pele possui três camadas:
A pele é formada por três camadas, bem unidas
entre si. São elas: epiderme, derme e hipoderme.
Todas são importantes para o corpo, e cada uma
tem características e funções diferentes.
1ª. ) Epiderme
É a camada mais externa da pele, aquela que você
pode ver. Ela é formada, na sua superfície, por
células achatadas, chamadas queratinócitos.
Estas células chamam-se queratinócitos porque
são ricas em uma proteína chamada queratina. É a
queratina quem, entre outras substâncias, ajuda
a evitar a desidratação, ou perda de água, do
organismo. Isso porque esta proteína mantém as
células mais unidas e, conseqüentemente, com
menos espaço para ocorrer a evaporação da água.
Mas a epiderme não tem só queratinócitos.
Existem nela outras células, chamadas
melanócitos. Estas células produzem a melanina,
outra proteína, de cor escura, responsável pela
pigmentação da pele. A quantidade de melanina
determina a cor da pele de cada um. Além disso,
a melanina protege a pele dos efeitos nocivos do
sol.
A epiderme está em constante renovação: as
células mais antigas são substituídas por outras
mais novas. As células (queratinócitos) nascem
mais redondinhas e vão se achatando à medida que
chegam na superfície.
Este deslocamento para a parte mais externa
acontece porque as células são “empurradas” por
suas “colegas” que estão nascendo. Bem, depois
que chegam na superfície, já bastante achatadas,
as células desprendem-se do corpo. Entre o
“nascimento” e a “despreendimento” de uma célula
se passam de um a dois meses.
O que é um milímetro e meio? Pouca coisa não é?
Nada além de algumas folhas de papel sulfite ou
mesmo a altura de um clipe de papel. Pois um
milímetro e meio significa a maior espessura da
epiderme, na região da planta dos pés. Onde ela
é mais fina? Nas pálpebras, com apenas 0,3
milímetros, o mesmo que uma folha de papel
sulfite.
2ª.) Derme
A derme é a camada do meio da pele. Ela mede de
um a quatro milímetros. É formada por fibras e
por grande quantidade de vasos sangüíneos e
terminações nervosas.
As fibras são produzidas por células chamadas
fibroblastos. Essas fibras podem ser elásticas
ou colágenas. As elásticas permitem que a pele
volte ao normal após ser esticada. Já as
colágenas conferem maior resistência à pele,
formando uma rede que sustenta outras
estruturas. Entre elas, os anexos cutâneos:
pêlos, unhas, glândulas sebáceas e sudoríparas.
As terminações nervosas (as extremidades dos
nervos, a “pontinha” dos nervos), que estão
localizadas na derme, recebem os estímulos do
meio ambiente, e os transmitem ao cérebro,
através dos nervos. Estes estímulos são
traduzidos em sensações, como dor, frio, calor,
pressão, vibração, cócegas e prazer.
3ª.) Hipoderme
A hipoderme é a terceira e última camada da
pele. Esta camada é formada basicamente por
células de gordura. Sendo assim, sua espessura é
bastante variável...(depende se a pessoa é
gordinha ou magrinha). Ela apóia e une a
epiderme e a derme ao resto do seu corpo. E
permite que as duas primeiras camadas deslizem
livremente sobre as outras estruturas do
organismo. Além disso, a hipoderme mantém a
temperatura do seu corpo e acumula energia para
o desempenho das funções biológicas.
Funções da Pele:
Sua pele é “multiuso”: tem várias funções.
Confira quais são:
1. Transmissão de Estímulos e Sensações:
A pele conduz os estímulos que recebe do meio
externo para o cérebro. Para isso, possui
diferentes tipos de terminações nervosas,
conhecidas como receptores.
Os receptores transmitem os estímulos para o
cérebro que, por sua vez, traduz estes estímulos
em sensações: frio, calor, tato, pressão, dor,
vibração, cócegas e prazer.
Para você entender melhor: as terminações
nervosas, ou receptores, podem ser comparadas a
um interruptor de luz. Já os nervos seriam os
cabos condutores. Quando apertamos o
interruptor, obtemos como resposta a luz. Quando
recebemos um estímulo, obtemos como resposta as
sensações.
Existem estruturas específicas para transmitir
ao cérebro cada um dos estímulos nervosos.
Sem a pele, você não teria como responder aos
estímulos. Imagine: no caso de estar se
machucando, não sentiria dor. E, por não sentir
dor, não se afastaria rapidamente do perigo,
podendo se machucar ainda mais.
As terminações nervosas concentram-se em maior
ou menor quantidade, dependendo da região do
corpo. Quanto mais terminações, maior é a
sensibilidade. É por isso que alguns lugares são
mais sensíveis que outros. Olhos e língua são
exemplos de regiões bastante sensíveis.
Os tipos de terminações nervosas também variam
de acordo com o local. Nos lábios, por exemplo,
há maior concentração de nervos sensíveis à dor
e pressão. Na língua, existem terminações que
nos ajudam a sentir os diferentes gostos dos
alimentos: amargo, salgado, doce, ácido.
2. Regulação da Temperatura corporal:
A pele elimina ou conserva o calor do seu corpo,
conforme a necessidade. Para dissipar o calor em
excesso, produz o suor. Para manter a
temperatura, provoca o arrepio.
Suor
Você está adaptado para “funcionar” à
temperatura de 36,5 º C. Quando ela aumenta, é
preciso dissipar o calor. Então, sua pele produz
o suor, através das glândulas sudoríparas.
Mas como é que o suor elimina calor? A
explicação é simples, e envolve conceitos de
Física: todos os elementos precisam ganhar ou
perder energia para mudar seu estado físico.
Ganhar energia para mudar do estado líquido para
o gasoso e perder energia para mudar do estado
líquido para o sólido.
É o que acontece com o suor. Ele é uma gotícula
de água sobre a pele que precisa evaporar. Para
isso, vai “roubar” energia da superfície da
pele, esfriando-a.
Quando a pele esfria, os sangue dos vasos
sanguíneos que a percorrem também esfria. Bem,
este sangue mais frio circula pelo todo o corpo.
Assim, todo o organismo esfria. E pensar que
todo este processo começa com as pequenas
glândulas sudoríparas da pele.
Mas não são apenas as glândulas sudoríparas que
entram em ação para diminuir a sua temperatura.
Você já deve ter notado que sua pele fica
avermelhada quando você pratica exercícios, tem
febre, ou mesmo nos dias mais quentes. Sabe
porquê? É que a pele está dando mais uma
mãozinha para regular sua temperatura, desta vez
através do aumento do calibre dos vasos
sanguíneos. Este aumento chama-se vasodilatação,
e permite que a perda de calor seja mais rápida,
já que circula maior quantidade de sangue
esfriado pelo corpo. E, por haver mais sangue em
cada vaso, sua pele fica avermelhada.
Arrepio
Nos dias de frio, ou em locais com ar
condicionado, você fica arrepiado. Essa é a
forma que a pele encontra para lhe proteger das
baixas temperaturas. Os pêlos levantados fazem
com que uma camada de ar fique parada sobre a
pele, funcionando como isolante térmico e
evitando a perda de calor.
E como acontece o arrepio? A pele possui um
músculo eretor para cada pêlo. Ao se contrair, o
músculo coloca o pêlo em pé.
Mais uma vez, os vasos sanguíneos da pele ajudam
na regulação da temperatura. Agora, como o
objetivo é evitar a perda de calor, acontece a
vasoconstrição: diminuição do calibre dos vasos
que percorrem a pele.
A vasoconstrição provoca a redução do volume de
sangue que passa pelos vasos sanguíneos. Com
menor quantidade de sangue esfriado circulando,
há menos perda de calor. E, também devido a
menor quantidade de sangue, a pele fica mais
pálida.
Gordura (Hipoderme)
As células de gordura formam um excelente
isolante térmico, conservando o calor interno
quando o ambiente está mais frio.
3. Proteção
A pele serve de “armadura” para você: suas
estruturas protegem o corpo das agressões do
meio ambiente, como bactérias e fungos,
condições climáticas, poluição e substâncias
químicas, entre outras.
Além de proteger o corpo, a própria pele produz
para si uma camada de proteção, chamada manto
hidrolipídico. Esta camada é formada por uma
mistura de gordura, produzida pelas glândulas
sebáceas, e suor, fabricado nas glândulas
sudoríporas.
O manto hidrolipídico lubrifica a pele e os
pêlos. E porquê essa lubrificação é importante?
Porque a camada de sebo e suor torna a pele mais
resistente às infecções. Os fungos ou bactérias
presentes no ar têm mais dificuldade de penetrar
na pele e causar doenças, como as conhecidas
micoses e o impetigo (aquela doença de pele que
aparece em crianças).
Além de evitar infecções, o manto hidrolipídico
protege a pele dos agressores externos que estão
no ar, como pó, pólen, pêlos... Sem proteção,
estes agentes irritam a pele, causando
dermatites (inflamações). A pele também fica
mais protegida da ação de moléculas das
substâncias químicas, como aquelas que fazem
parte dos detergentes e outros produtos de
limpeza. Estas substâncias podem causar grande
irritação, com vermelhidão, inchaço, coceira e
secreções.
A lubrificação deixa os pêlos mais fortes, com
menos chance de quebrar. Inteirinhos, eles ficam
mais bonitos e desempenham melhor sua função de
manter a temperatura do corpo nos dias ou locais
frios.
Outra função do manto hidrolipídico é impedir o
ressecamento, evitando a perda de água pela
pele. Isso é muito importante em regiões ou
épocas do ano nas quais a umidade do ar está
baixa. Se não fosse o manto hidrolipídico, sua
pele ficaria ressecada com mais facilidade.
1.2. Desidratação e Hidratação da Pele
Causas da Desidratação
Sua pele pode ficar desidratada por vários
motivos. Um deles é o clima: muito vento ou sol
provocam a evaporação de maior quantidade de
água da pele. Com menos água, a pele fica
ressecada. Mas pode ser que não esteja ventando
e que você não tome sol em excesso e, mesmo
assim, sua pele continue seca. Observe se, onde
você mora, o ar é seco. A falta de umidade no ar
leva ao ressecamento de sua pele, pois há maior
evaporação de água do corpo.
Fique atento a mudanças bruscas na temperatura,
como o surgimento de vento frio. Ah, e no
inverno, a pele fica mais ressecada devido à
menor produção de suor e sebo pelo corpo.
Outro motivo de desidratação é o
uso freqüente
de substâncias químicas, como os detergentes e
os solventes orgânicos, utilizados na limpeza
doméstica. Estas substâncias atacam o manto hidrolipídico da pele. Sem esta proteção, há
evaporação de água e, conseqüentemente,
ressecamento.
O
envelhecimento também leva à desidratação da
pele. Quanto mais velhos ficamos, menor a
quantidade de água no organismo como um todo,
inclusive na pele.
Algumas
doenças de pele perturbam sua
hidratação. É o caso da psoríase e das ictioses,
que provocam descamação da pele.
Conseqüências da Desidratação
Você já ficou com a pele seca? O aspecto é de
pele de cobra: fica toda rachada. Dependendo do
grau de desidratação, pode até esfarelar,
principalmente no rosto, braços e pernas. É
comum aparecerem regiões avermelhadas, que podem
inchar, formar bolhas e eliminar uma secreção.
Além de problemas com a aparência, pode haver
desconforto físico, devido à coceira.
E porquê a pele seca coça e fica avermelhada? A
evaporação da água causa um desequilíbrio no
manto hidrolipídico, formado por suor e gordura.
O manto é responsável pela proteção da pele. Com
menos água, há menor proteção. Fica mais fácil a
irritação por substâncias químicas, ou mesmo
pela poeira que está no ar. A pele reage com
inflamação: surgem as manchas vermelhas,
chamadas de eczemas ou dermatites. Elas podem
acontecer em qualquer idade, mas são bastante
comuns nas pessoas mais velhas, que possuem a
pele naturalmente mais desidratada. Outra
conseqüência da desidratação, devido à alteração
no manto hidrolípidico: a pele ressecada
contamina-se mais facilmente. Ou seja, a
possibilidade de desenvolver alguma doença de
pele é maior.
Processo de desidratação e hidratação
Todos nós perdemos água através da pele, pela
evaporação. É o que chamamos de perda da água
transepidérmica normal (em inglês, TWEL -
transepidermal water loss). A perda normal de
água acontece quando a barreira de proteção da
pele, o manto hidrolipídico, formado por água e
gordura, está inteirinha, sem nenhuma falha.
Já a desidratação acontece quando há maior perda
de água pelo organismo, acima do normal. Ela é
causada pelas falhas no manto hidrolipídico. É
por essas falhas que a água evapora. Você lembra
os fatores que podem prejudicar esta barreira
natural da pele? O clima, substâncias químicas,
doenças de pele, envelhecimento...
Para reidratar a pele é necessário um bom
hidratante. Ele atua recuperando a barreira
hidrolipídica. As células da epiderme (a camada
mais externa da pele, lembra?) ficam umas em
cima das outras, como lâminas. Com ajuda do
Homem Virtual, você pode perceber que a epiderme
não é compacta: há espaço entre essas lâminas.
Este espaço, na sua porção mais externa, é
normalmente preenchido pelo manto hidrolipídico.
Quando há falhas no manto, e a pele fica seca,
você pode usar o hidratante. Ele penetra na pele
e preenche os espaços entre as células,
inclusive aqueles nos quais havia falhas na
barreira de proteção. O hidratante fecha estas
falhas, e evita a evaporação de água além do
normal. A pele fica novamente hidratada.
Como evitar a desidratação
Você sabe que a pele de algumas pessoas é mais
seca que a de outras. Isso é determinado por
fatores genéticos, além da idade, meio ambiente,
saúde da pele e hábitos pessoais.
Todos os tipos de pele precisam de cuidados para
evitar a desidratação. Ao contrário do que você
deve imaginar, a pele oleosa também pode ficar
desidratada, apesar do aspecto brilhante causado
pela maior produção de sebo. Uma boa hidratação
é resultado do equilíbrio entre a quantidade de
gordura e água da pele. Portanto, a maior
produção de sebo não impede a perda de água.
Independentemente do seu tipo de pele, existem
cuidados que você deve ter diariamente para
mantê-la livre de ressecamento. São hábitos que
valem a pena, não apenas por estética, mas por
saúde e conforto. Lembre-se: quando a barreira
natural da pele é prejudicada, ela não somente
fica sem brilho e com aspecto esfarelado. Fica
também sujeita a manchas e contaminações com
vírus, bactérias e fungos!
Fique atento, principalmente durante o banho.
Existem costumes que levam ao desgate e
ressecamento da pele. E o pior é que você pode
achar que está fazendo bem para ela...
Veja dicas que farão do banho seu aliado para
ter uma pele saudável:
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Evite banhos muito quentes e prolongados. Use
água morna. |
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Cuidado para não utilizar produtos esfoliantes
muito fortes em áreas mais sensíveis, onde a
pele é mais fina. Os cremes e sabonetes com
grânulos mais abrasivos (que promovem maior
desgaste) funcionam como uma lixa e somente
devem ser usados em regiões mais grossas da
pele, como as palmas das mãos e plantas dos pés.
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Buchas vegetais e esponjas não devem ser
usadas todos os dias. Aliás, seu uso é
geralmente desnecessário. |
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Não utilize esfoliantes para o corpo em
excesso. O desgaste provocado pelos grânulos
pode retirar a proteção de sua pele, ou até
mesmo a sua pele! Verifique com um
dermatologista a freqüência ideal (pode variar
de acordo com o produto). |
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Os óleos, muito em moda hoje em dia pelo
perfume e maciez imediata que conferem, na
realidade não hidratam a pele. Eles apenas a
impermeabilizam, evitando a perda de água. Ou
seja, não substituem o uso dos hidratantes.
Estes últimos contêm substâncias responsáveis
por fornecer a água necessária para a manutenção
da integridade da epiderme. Se você gosta de
usar óleo, aplique um hidratante separadamente,
em outro horário. Atenção: não adianta passar
hidratante imediatamente depois do óleo, pois
sua pele já estará impermeabilizada, o que
impedirá a ação do hidratante.
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Não se esfregue com toalhas ásperas. Use
toalhas felpudas, principalmente nas áreas de
dobras do corpo (dedos, pés, virilhas e axilas).
Assim, você evita qualquer micose oportunista e
preserva a umidade da sua pele. |
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Aplique um bom hidratante corporal logo depois
do banho, diariamente. Ele é melhor absorvido se
aplicado com a pele um pouco úmida.
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Como manter a pele hidratada
Para hidratar a pele e mantê-la hidratada é
necessário o uso diário de um bom hidratante.
Lembre-se de beber bastante água todos os dias!
A hidratação vem “de dentro”: o próprio manto
hidrolipídico é feito da água que vem do
organismo. Se você está desidratado, não
consegue produzir o manto e fica com a pele
seca.
Tipos de hidratante e escolha do produto
adequado
Várias substâncias são utilizadas com o objetivo
de hidratar a pele, como uréia, lactato de
amônio, etc. Estas substâncias são apresentadas
de várias maneiras: em forma de creme, loção,
gel, spray, mousse... Cada formulação tem uma
indicação específica, de acordo com a
necessidade da pele.
O importante é usar o hidratante adequado a seu
tipo de pele. O dermatologista é o médico
indicado para ajudá-lo nessa escolha. Ele vai
levar em consideração, além do tipo de pele,
vários outros fatores, como sua idade, se você
está usando algum medicamento, condições
climáticas, gravidez, região do corpo na qual
será passado o hidratante... Você pode utilizar
os hidratantes que não precisam de receita
médica, vendidos nas farmácias ou supermercados,
mas é importante você saber que talvez eles não
apresentem resultados tão bons. Se você
apresentar algum tipo de irritação, é bom
consultar um dermatologista.
Uma vez escolhido o hidratante, saiba que ele
não poderá ser usado para o resto de sua vida.
Isso porque sua pele está em constante mudança,
seja pelo passar da idade, pela mudança das
estações do ano, hábitos, situações do
cotidiano. E o hidratante deve mudar conforme
mudam as necessidades de sua pele.
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