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Existem cerca de 350 milhões de portadores da
hepatite B no mundo. A maioria não tem nenhum
sintoma, porém pode transmitir o vírus através
do sangue, secreções de feridas, saliva e
relação sexual. Alguns apresentam peles e olhos
amarelados, urina escura, perda de apetite,
mal-estar e náuseas. Geralmente há eliminação
completa do vírus, porém a doença pode ser grave
(hepatite fulminante) e evoluir para hepatite
crônica, cirrose e câncer de fígado. A
cronificação ocorre em cerca de 10% de crianças
maiores e adultos e no recém-nascido, que
adquire o vírus da mãe portadora, chega a até
90%.
O modo mais eficaz de combater a hepatite B é a
prevenção através de vacina. Recomenda-se a
vacinação de todos os recém-nascidos, crianças e
adolescentes. Os viciados em drogas,
alcoólatras, hemodialisados, homossexuais e
profissionais da saúde constituem população de
alto risco.
A vacina, produzida por engenharia genética, é
segura, isto é, não provoca a doença e é
altamente eficaz. Os efeitos colaterais da
vacina são pouco freqüentes, podendo ocorrer dor
no local e febre baixa.
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