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27/01/2012
Micheline Galvão

Telemedicina da USP realiza capacitação prática de supervisores de curso da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas

Os supervisores participaram de atividades simuladas e utilizaram as ferramentas de ensino do ambiente educacional desenvolvido pela Disciplina de Telemedicina da FMUSP


O guia de orientação do estudante
também faz parte do kit que
 será enviado aos estudantes.
O guia está disponivel no AI-A

No último dia 17, a Disciplina de Telemedicina (DTM) da Faculdade de Medicina (FM) da USP realizou a segunda parte do treinamento dos supervisores do curso “Integração de competências no desempenho da atividade judiciária com usuários e dependentes de drogas”, da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad). Desta vez foi um treinamento prático, que ensinou a navegação no Ambiente Interativo de Aprendizagem (AI-A), a visualização dos materiais didáticos e complementares e a utilização de ferramentas educacionais como fóruns de discussão, exercícios de fixação e resumos. Os 20 supervisores, responsáveis pela gestão operacional do curso, também aprenderam a acessar relatórios das atividades que serão realizadas pelos participantes durante o curso e a acompanhar a interação dos tutores com os estudantes.

O primeiro treinamento foi teórico e aconteceu no dia 11 de janeiro, organizado também pela equipe da DTM/FMUSP, responsável pela estratégia educacional do curso. Segundo o professor Chao Lung Wen, chefe da disciplina, "a Telemedicina da FMUSP está se organizando para ser um centro de capacitação de educadores que usem as tecnologias educacionais interativas a distância".


Supervisores conheceram modelo educacional baseado em Teleducação Interativa
 

Todos os estudantes receberão o livro, que também está disponível no Ambiente Interativo de Aprendizagem
 

O curso reúne assuntos relacionados às áreas do Direito, da Saúde e da Sociedade. Durante três meses, cerca de quinze mil operadores do direito e profissionais das áreas da saúde, atenção psicossocial e da segurança pública de todo o Brasil terão a oportunidade de capacitar-se sobre o tema “drogas”, tendo acesso ao material impresso, à plataforma educacional via Internet (AI-A), além de interagir com profissionais da área de saúde e do direito.

A hierarquia organizacional estabelecida no curso visa otimizar todo o processo de ensino-aprendizagem: os estudantes poderão tirar dúvidas e interagir com um grupo de 300 tutores, que por sua vez estarão em contato direto com os 20 supervisores, orientados pela equipe de coordenação geral.


A projetista educacional da DTM-FMUSP, Denise Andreazzi, durante o treinamento prático para os supervisores
 

A equipe da Telemedicina com a equipe de supervisores ao final do treinamento prático
 

Com a simulação prática, ocorrida no dia 17 e coordenada pela Projetista Educacional da DTM-FMUSP, Denise Andreazzi, os supervisores compreenderam todas as etapas e procedimentos do modelo educacional adotado, ao desenvolver as tarefas dos estudantes e, num segundo momento, dos tutores. O curso tem duração de 120 horas-aula, divididas em 14 unidades de estudo, a serem ministradas via Internet em 12 semanas. Na penúltima semana os estudantes participarão de um fórum de discussão geral, sobre os pontos mais relevantes, e na última semana será a avaliação final.

Os estudantes poderão tirar suas dúvidas por telefone (call-center) e por e-mail. Os critérios para aprovação são: nota mínima de 7,0 e frequência em 85% das atividades propostas. Ao final, os estudantes aprovados receberão um certificado que será emitido pela Comissão de Cultura e Extensão da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.


Supervisores e estudantes receberam um kit com o livro, o guia, a legislação sobre drogas e um cd com o material impresso

Durante o treinamento, os supervisores navegaram no Ambiente Interativo de Aprendizagem
 

O treinamento dos tutores começa no dia 27 de janeiro, via Internet. Os supervisores serão os orientadores dos tutores, que irão conhecer o modelo educacional no qual está baseado o curso, assim como os recursos do AI-A disponíveis para os estudantes, os relatórios de acompanhamento das atividades que serão desenvolvidas e como será o processo de interação entre estudantes e tutores. Segundo Andreazzi, “a equipe da Telemedicina vai acompanhar a capacitação dos supervisores e tutores continuamente”.

 

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