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Os raios ultravioleta |
Os efeitos
cumulativos (crônicos) da radiação ultravioleta (principalmente UV-A),
sobre a pele ao longo dos anos, provocam o envelhecimento
(fotoenvelhecimento) mais precoce da pele, representado pelo
aparecimento de manchas acastanhadas (melanose solar) e claras (leucodermia
solar), perda da elasticidade e brilho cutâneo, surgimento de rugas
mais profundas, fragilidade da pele com manchas vinhosas (púrpura
senil) até a possibilidade da formação do câncer de pele.
O espectro eletromagnético é muito amplo, com uma variabilidade de
comprimentos de ondas que vão desde 10-24m (raios gama) até 107m, ou
seja, 10.000 km (ondas de rádio), e dentro deste espectro
encontra-se a radiação solar.
O espectro da radiação solar, também é amplo vai desde os raios
cósmicos (ultraraios X ou raios de Millikan) até as radiações do
infravermelho.
A radiação ultravioleta está entre 200 e 400nm e a luz visível
(violeta, azul, verde, amarelo, alaranjado e vermelho) encontra-se
entre 400 e 760nm. O infravermelho está acima de 760nm e vai até
17.000nm.

Os raios
ultravioletas se dividem em três tipos:
-
UV-C de
200-290nm
-
UV-B de
290-320nm – atinge camadas mais superficiais, apresenta intensa
reação, principal responsável pelas queimaduras solares.
-
UV-A de
320-400nm – atinge camadas mais profundas da pele, principal
responsável pelo bronzeamento, envelhecimento mais precoce e o
câncer de pele.

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